7 cemitérios para visitar antes de morrer

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Para muitos, pode parecer estranho passear por lugares onde jazem corpos de pessoas que um dia estiveram entre nós. Entretanto, não são apenas pessoas em buscas de histórias de terror que vão visitar cemitérios. Há até um termo específico para tais passeios, designado necroturismo.

Certos cemitérios possuem atrativos, como uma bela localização, esculturas que são consideradas obras de artes, arquitetura imponente e mausoléus majestosos. Além disso, túmulos de célebres artistas, cantores, políticos e escritores atraem fãs.

Conheça 7 cemitérios fascinantes ao redor do mundo:

1 – Cemitério da Recoleta – Buenos Aires (Argentina)

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O cemitério da Recoleta é um dos principais pontos turísticos da capital da Argentina.

Localizado em uma das áreas mais nobre da cidade, no bairro de mesmo nome, ele foi declarado Patrimônio Histórico da Humanidade.

A sua importância é devido ao estilo arquitetônico neoclássico e imponente dos mausoléus, as esculturas valiosas e aos famosos lá enterrados. O túmulo mais visitado de todos é o da ex-primeira dama Eva Perón.

2 – Merry Cemetery – Săpânța (Romênia)

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O “Cemitério Alegre” do vilarejo de Săpânţa na Romênia se destaca por possuir túmulos coloridos e bem-humorados.

São mais de mil lápides ilustradas com uma imagem e com um epitáfio do morto, contando com um humor negro segredos sobre a vida da pessoa ou a forma como elas morreram. Por exemplo, “aquele que gosta de conhaque de ameixa, com certeza vai gostar de mim, por tanto que gostei do meu conhaque, e com a garrafa na mão eu morri”.

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3 – Highgate Cemetery – Londres (Inglaterra)

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Em 1839 o Cemitério St. James começou a ser construído. Ele é mais conhecido pelo nome do bairro onde está localizado, Highgate, na capital britânica.

O local apesar de ter fama de mal assombrando, é encantador devido à sua arquitetura gótica que se mistura à natureza. Possui áreas com estilos temáticos, como a Avenida Egípcia e o Círculo do Líbano.

O corpo mais famoso enterrado no cemitério é o do filósofo Karl Marx.

4 – Neptune Memorial Reef – Miami (Estados Unidos)

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Localizado na costa de Miami, Estados Unidos, a 12 metros de profundidade, o “Recife Memorial de Netuno” é provavelmente o mais exótico dos cemitérios.

As cinzas são misturadas a um cimento especial que é utilizado na construção de lápides que imitam conchas e pilares. Grava-se o nome da pessoa, datas e uma mensagem no “túmulo”. Então, ele é levado para o fundo do mar e passa a compor o arrecife artificial que foi construído inspirado na cidade perdida de Atlantis.

Para ter as cinzas no fundo do mar é preciso desembolsar entre US$ 995 a US$ 6.495. O local virou atração turística.

5 – Okunoin – Osaka (Japão)

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Situado no Monte Koya, a 50km da cidade de Osaka, o cemitério Okunoin é o maior cemitério do Japão, com 200 mil sepulturas, muitas pertencentes a monges. É onde está localizado o mausoléu de Kōbō-Daishi, um dos fundadores da escola budista Shingon.

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De acordo com a crença, não há mortos no local, apenas espíritos meditando à espera da ressurreição do Futuro Buda. O cemitério é considerado sagrado e tornou-se um templo de meditação para muitos japoneses.

6 – Père-Lachaise – Paris (França)

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O francês Père-Lachaise é provavelmente um dos cemitérios mais famosos do mundo.

O lugar recebe cerca de 2 milhões de visitantes todo ano, em sua maioria pessoas que vão homenagear os famosos que jazem no local, como Jim Morrison, Édith Piaf, Oscar Wilde, Honoré de Balzac, Marcel Proust, Alice B. Toklas, Richard Wright e Allan Kardec.

Além desses, abriga os túmulos de 147 dirigentes fuzilados durante a Comuna de Paris em 1871. É o maior cemitério de Paris, abrigando mais de um milhão de sepulturas.

7 – San Cataldo Cemetery – Modena (Itália)

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Projetado pelo arquiteto Aldo Rossi, em 1971, o cemitério localizado na cidade italiana de Modena se destaca por sua arquitetura moderna.

Os corpos ficam na “Casa da Morte”, que é um grande bloco com várias perfurações. Não há janelas, nem telhados, nem colunas centrais. O local é inspirado em um prédio em ruínas, no qual o arquiteto explorou o conceito de fragmentos.

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