As 5 atrações de parques de diversões mais insanas do mundo

0

Se um alien aterrissar num parque de diversões e lhe pedir pra explicar por que está disposto esperar por horas na fila só pra ser sacudido por alguns minutos, você terá dificuldades pra encontrar uma explicação convincente. No entanto, as pessoas inexplicavelmente adoram montanhas russas e outros passeios radicais. Mas o que uma vez pode ter sido apenas uma brincadeira com a gravidade evoluiu em muitas formas diferentes e emocionantes. Enquanto a maioria dos designers de parques de diversões seguem a tendência habitual e arrisca algo apenas um pouco maior ou mais rápido, algumas montanhas russas são diferentes e se destacam na multidão… E não em um bom caminho.

Hundeprutterutchebane

O Hundeprutterutchebane é uma montanha-russa no parque temático BonBon-Land, na Dinamarca. Certamente não é a mais alta ou mais rápida, nem mais assustadora, mas pode se qualificar como a mais estranha. Isso porque quando você traduzir o nome do passeio pra português, terá Montanha-Russa Peido de Cachorro – um nome completamente justo. Enquanto é sacudido pelos trilhos, você é bombardeado por sons de peido e passa pela escultura gigante do mascote do parque, o tal cão peidorreiro, fazendo sua necessidades.

E sim, há uma história de origem. BonBon-Land nasceu como uma atração pros amantes de doces, que apreciavam os sabores excêntricos sonhados pelo doceiro Michael Spangsberg. Um de seus sabores mais populares era o hundeprutter – “peido de cachorro” -, então, quando ele comprou uma montanha-russa em 1993, ela naturalmente ganhou o nome do doce mais popular do parque. De alguma forma, chamar este lugar de “parque de diversões” não parece incentivador, pelo menos pros visitantes acima de trinta anos. Não que eu me importe.

Veja também:   Quanto ganha uma atriz pornô - e por que é mais do que um ator do ramo

X2

X2 – anteriormente conhecida simplesmente como X até ser submetida a uma remodelação – está localizada no Six Flags Magic Mountain, na Califórnia. O X2 é a primeira montanha-russa no mundo a incorporar a chamada tecnologia “4D”. Os cientistas que desejam viajar de volta no tempo ficarão desapontados, no entanto, uma vez que a quarta dimensão neste passeio não manipula o tempo, mas a capacidade de girar seus passageiros 360 graus, independentemente do trilho que o carro está andando. Portanto, ao contrário dos passeios tradicionais, onde você costuma se sentar num banco e seguir a direção da viagem, no X2 você começará na posição tradicional e, conforme o passeio progride, ficará rodando de modo que às vezes estará de cabeça pra baixo, às vezes está na diagonal e, num momento significativo, estará dando voltas aparentemente intermináveis.

Adicione uma música e alguns lança-chamas – porque ainda não tínhamos drama o suficiente -, e você terá um passeio insanamente desorientador. Com até 1600 pessoas de cabeça pra baixo e agitadas a cada hora, você com certeza não deve almoçar antes desse passeio.

Sky Tower

Apesar da popularidade das montanhas-russas meticulosamente projetadas e super caras, há uma maneira muito mais simples e mais barata de assustar as pessoas e se chama Sky Tower – o arranha-céu. A torre é um exemplo do que é chamado de “SCAD” – Suspended Catch Air Device ou simplesmente bungee jumping – e é extremamente simples. Isso porque, em vez de construir um sistema de trilhas e transporte complicados, você constrói uma torre simples… E arremessa as pessoas dela. Tão fácil!

Veja também:   Fazer carinho em seus animais é poderoso remédio contra o estresse

A Sky Tower é um outro passeio dinamarquês e fica no Tivoli Friheden. Pra brincar, você sobe uma torre de 40 metros de altura, onde é amarrado num arreio, preso a uma corda e suspenso sobre uma queda de 30 metros. Quando chegar o momento, o atendente puxa uma corda e lhe envia pra um mergulho em queda livre. Há uma rede, obviamente, mas ainda são 30 metros de calças sujas. Pelo menos o bungee jumping tradicional mantém a corda.

Caminata Nocturna

Alguns passeios radicais se inspiram em eventos reais, como o lançamento de um ônibus espacial. O parque temático Caminata Nocturna – eu sei que você não precisa que eu traduza, mas significa Caminhada Noturna -, encontrada nas proximidades da Cidade do México, se inspira em algo um pouco mais sombrio. Basicamente, os visitantes de todo o mundo pagam US$ 20 pra viver uma noite de um imigrante ilegal na tentativa de entrar nos Estados Unidos pelo México. Por US$ 20, os participantes gastam várias horas correndo no escuro e evitando serem pegos por funcionários do parque que fingem ser os guardas da fronteira.

Apesar das acusações de que o parque de diversões é realmente um campo de treinamento pros guardas das fronteiras reais, os criadores afirmam que eles estão realmente tentando desencorajar a imigração ilegal, expondo as pessoas a dura realidade e os perigos de tentar uma travessia ilegal. De qualquer maneira, não parece particularmente ético, afinal eles estão definitivamente lucrando com o que é, pra muitos, uma realidade desesperada. Além disso, não seria mais divertido fugir de zumbis, em vezes de guardas?

Veja também:   Adamantium existe? O metal do esqueleto do Wolverine seria viável?

Human Trebuchet

Enquanto a maioria dos passeios de Middlemoor Water Park têm temática de água, o começo da década de 2000 incluiu também um pouco da história – sob a forma de um trabuco. Esta engenhoca da Idade Média utiliza um contrapeso que permitia um exército arremessar pedras pesadas e outros objetos – como cadáveres cheios de peste – contra fortificações inimigas – basicamente o pai da catapulta. Como não há muitos castelos pra serem invadidos hoje em, mas há pessoas loucas dispostas a ficarem presas numa arma de cerco medieval e serem jogadas numa rede à 30 metros de distância, o Human Trebuchet foi construído e instalado no Middlemoor Water Park.

No entanto, há uma razão pra você não encontrar um trabuco humano em cada parque de diversões que entra, e isso é porque ele é incrivelmente perigoso. Apesar dos esforços – aparentemente – meticulosos dos operadores pra calcular os pesos corretos necessários pra pousar o projétil humano no meio da rede, não demorou muito pra que o inevitável acontecesse. Um estudante búlgaro de 19 anos de idade da Universidade de Oxford decidiu experimentar o passeio e, em vez de pousar com segurança na rede, erraram o cálculo por alguns centímetros e ele atingiu o solo. Um cavaleiro a menos.

Fonte: http://www.grunge.com/17601/insane-amusement-park-rides-shouldnt-exist/

Deixe um Comentário

Twitter Auto Publish Powered By : XYZScripts.com