9 animais estranhos que as pessoas realmente acreditavam que existiam

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Mesmo nos dias de hoje, com muita informação disponível na internet, muitas pessoas ainda tendem a acreditar em mitos. Agora imaginem uma época onde um relato era tomado como verdade apenas porque alguém dizia ser.

Bem, não é muito difícil imaginar porque muitos mitos se perpetuaram por vários seculos. Veja agora 9 animais estranhos que pessoas realmente acreditavam que existissem.

Truta Fur-Bearing

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O mito da truta fur-bearing originou-se com os primeiros colonizadores da América do Norte, que escreviam cartas para suas famílias, contando sobre animais estranhos que encontravam. Um dos que se destacavam era o estranho peixe peludo. Outra lenda afirma que estas espécies de trutas evoluíram e criaram pelos, depois de quatro jarras de tônico capilar terem sido acidentalmente despejadas no rio Arkansas, no Colorado, durante a década de 1870.

Unicórnio

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O historiador e naturalista romano Plínio, o Velho, descreveu o unicórnio em sua enciclopédia de História Natural como sendo o animal mais feroz que existia na época, que era impossível de ser capturado vivo. Os unicórnios também fazem uma aparição na Bíblia em Números 24: 8 e, em uma série de textos medievais. Embora seja desconhecido de onde o mito do unicórnio se originou exatamente, ele pode ter surgido de avistamentos de antílopes de apenas um chifre ou rinocerontes indianos. (Leia também: Unicórnios conviveram com humanos há 30 mil anos, diz estudo)

Bonnacon

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Segundos relatos, o Bonnacon era uma besta parecida com um touro, que usava o seu próprio esterco como uma arma. Plínio, o Velho descreveu o Bonnacon em sua enciclopédia de História Natural da seguinte forma: há relatos de animais estranhos e selvagens em Paeonia, chamados de Bonasus, com crinas de um cavalo, mas em todos os outros aspectos se assemelham a um touro; seus chifres são curvados para trás de tal forma que eles não conseguem utilizá-los para a luta, e por causa disso, a estratégia é fugir. Mas não somente isso, enquanto fogem, deixam para trás rastros de esterco que às vezes cobre uma distância de até três estádios romanos (cerca de 604 metros), o contato com tal excremento pode queimar seu inimigo como uma espécie de fogo.

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Cordeiro Vegetal da Tartária (Borametz)

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O Cordeiro Vegetal da Tartária, mais conhecido como Borametz, era mito popular da Idade Média. Este hibrido de animal com planta foi descrito pelo rabino Yochanan, em uma coleção de notas rabínicas chamadas de Jerusalém Talmud em 436 d.C. E é exatamente o que o nome indica: uma espécie de vegetação que brotava milagrosamente cordeiros de seu talo.

Aspidochelone

Aspidochelone

A Aspidochelone apareceu pela primeira vez no texto de um bestiário medieval chamado Physiologus, o compilado foi escrito em grego por um autor desconhecido. Segundo as descrições, a Aspidochelone era uma criatura gigantesca do mar, tão grande que muitas vezes era confundida com uma ilha. E muitos diziam que ela era uma alegoria do próprio demônio, pois a Aspidochelone atraia marinheiros a se refugiarem, ancorando seus navios em suas costas antes de puxa-los inteiramente para o fundo do mar.

Serpente do Mar de Gloucester

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Foi a parti do ano de 1638 que começaram as muitas aparições da Serpente do Mar, principalmente no porto de Gloucester, em Massachusetts. Posteriormente, entre os anos 1817 e 1819, centenas de pessoas afirmaram ter visto a besta. A Sociedade Linnaean da Nova Inglaterra chegou até a escrever sobre ela: Sua aparência e movimentos se assemelham a de uma serpente em sua forma geral, só que de grande tamanho e com uma movimentação extremamente rápida. Ela só aparece na superfície com o tempo calmo e limpo. Também parece ser bem articulada, meio que parecida com vários tonéis, amarrados uns aos outros, numa espécie de fila.

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Jackalope

Jackalope

A lenda do jackalope foi bastante difundida em 1932 no estado americano Wyoming, quando Douglas Herrick, supostamente encontrou o corpo dessa criatura e resolveu pendurar na parede de sua loja. No entanto, o mito da lebre com chifres é bem mais antigo. Existem relatos sobre jackalope em muitas obras do século XVII. Um animal com os mesmos atributos físicos também foi descrito em um dicionário geográfico persa ainda mais antigo.

Macaco-de-loys

macaco-de-loys

Em 1920, um macaco gigante foi supostamente encontrado pelo explorador e geológico suíço François de Loys, próximo ao rio Tarra em Colúmbia, Carolina do Sul. Esta foto do animal foi publicada em uma edição do jornal “Illustrated London News” em 1929. A maioria dos especialistas rejeitaram o encontro de François de Loys com o macaco gigante, além de considerarem o Macaco-de-loys como uma farsa barata, afirmando que Loys tinha simplesmente encontrado um macaco-aranha de tamanho normal.

Dragões

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Histórias de dragões têm circulado o mundo por muitos séculos. O estudioso médico chinês Lei Xiao, escreveu que os ossos de dragão eram um excelente remédio para fortalecer os rins, quando moídos em pó. Plínio, o Velho também menciona a existência de dragões em suas obras, segundo ele, os dragões poderiam estrangular um elefante com suas caudas. Outra “prova” é a do naturalista alemão Athanasius Kircher, que descreveu os hábitos dos dragões em suas obras “Mundus Subterraneus” e “World Underground”, ambas do século XVII.

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fonte: allday



Discussão7 Comentários

    • Diêgo Lopez

      Não sou ateu. Aliás, quem é ateu apenas não acredita na existência de deuses e divindades. Quando o mito dos unicórnios foi difundido, acreditasse que ele vivia na mesma época em que escritores escreviam sobre ele, com relatos de avistamento e textos sobre sua fisionomia. A matéria que você postou, fala sobre possíveis vestígios da era Cenozoica. Portanto, quem difundiu os unicórnios, nunca chegou a ver um unicórnio. O mito que foi difundo e que hoje todos conhecemos, descreve-o como um cavalo com um chifre. O Unicórnio Siberiano é mais próximo dos rinocerontes do que dos cavalos.

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