Exército dos EUA cria arma que dispara gritos fantasmas; veja vídeo

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Todos já sabemos que tudo que há de mais moderno em armamentos de guerra é desenvolvido pelo exército dos Estados Unidos. Afinal, o governo americado destina cerca de US$ 600 bilhões com ano de seu orçamento para essa finalidade.

Mas além de fabricar tanques, armas e bombas, o exército dos EUA também possui uma divisão que cria armas que não são letais, conhecida como Programa de Desenvolvimento de Armas Não Letais. E, lógico, seu grande objetivo é desenvolver armamentos que conseguem incapacitar alvos sem a necessidade de matá-los.

E uma nova arma desenvolvida por essa divisão pode assustar muita gente por aí. Com um nome que pode ser traduzido como Efeito de Plasma Induzido a Laser Não Letal, ele possui como principal característica uma espécie de laser que dispara um som que lembra bastante o grito assustador de um fantasma.

Confira como essa nova arma funciona abaixo. E se você possui animais em casa, é melhor assistir ao vídeo longe deles ou com fones de ouvido, pois o som pode assustá-los bastante.

Esse é um som que pode ser utilizado como forma de distrair inimigos, especialmente se estiverem incapacitados ou atordoados. E a grande vantagem desse laser é que pode ser disparado de longe, mas também pode ser utilizado próximo do inimigo sem que aliados sejam afetados por uma explosão de luz de granadas de atordoamento, por exemplo.

Esse laser cria uma espécie de “rasgo” nos elétrons das moleculas de ar para criar uma bola de plasma no local do alvo. Posteriormente, seu operador pode manipular essa bola de plasma com um segundo laser, o que cria esse som fantasma.

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Claro, essa tecnologia continua em fase de testes e só funciona em certas condições específicas. Mas o exército dos EUA acredita que pode aprimorá-lo para funcionar a algumas dezenas de quilômetros, o que o faria ter um alcance muito maior de outras armas desse tipo, e até mesmo desenvolver uma função para “falar”, como forma de amedrontar inimigos ainda mais, segundo as palavras de David Law, chefe da divisão de armas não letais.

 

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