Homem que entrou na justiça para ficar 20 anos mais jovem perde o caso

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Algumas pessoas fazem de tudo para ficarem mais jovens, mas um homem resolveu tentar uma forma ao mesmo tempo absurda e óbvia: entrando na justiça. Emile Ratelband, de 69 anos, é um ex-político e atual personalidade da TV holandesa, conhecido como o “guru da positividade”, ele gostaria que sua idade fosse legalmente alterada para 49 anos de idade, 20 a menos do que seu número real de primaveras.

Ratelband entrou com um pedido na justiça dos Países Baixos para que sua idade fosse alterada oficialmente em sua certidão de nascimento. O motivo? O próprio Ratelband explicou em entrevista ao jornal The Guardian. “Com 69 anos, sou limitado. Se tiver 49 anos, posso comprar uma casa nova, dirigir um carro diferente. Posso conseguir mais trabalho. Quando estou no Tinder e digo que tenho 69 anos, não recebo uma resposta. Quando digo que tenho 49 anos, com o rosto que tenho, estarei em uma posição privilegiada”, disse o modesto “guru da positividade”.

Ele acredita plenamente em suas justificativas. “Você pode mudar seu nome, você pode mudar seu gênero. Por que não sua idade?”, questionou em outra entrevista. Essa não é a primeira vez que Ratelband tenta colocar em prática suas excentricidades. Nas eleições de 2003, após ser rejeitado como candidato do partido Leefbaar Nederland, ele fundou seu próprio partido, o Lijst Ratelband, que não conseguiu eleger nenhum de seus candidatos ao parlamento.

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O curioso caso de Emile Ratelband

No entanto, a justiça holandesa não cedeu às vontades de Ratelband. Foi determinado que ele continuará tendo oficialmente 69 anos, embora seja livre para se sentir 20 anos mais jovem e agir da forma que bem entender. Em resumo, ele pode ter a idade que quiser, mas oficialmente ainda terá sua idade real.

O decreto em relação ao pedido dele explica os motivos da decisão em não alterar a idade. “Alterar a sua data de nascimento faria com que 20 anos de registros desparecessem dos livros de nascimentos, óbitos, casamentos e parcerias registradas. Isso teria uma série de implicações legais e sociais indesejáveis”, explicou o juiz responsável pelo caso.



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