Menina com condição rara tem o cabelo igual ao de Albert Einstein

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Uma menininha de Chicago, nos Estados Unidos, chama a atenção por ter uma síndrome que deixa o seu cabelo impossível de ser penteado. A aparência da cabeleira da garotinha fez com que sua família a chamasse de ‘Einstein 2.0’.

Taylor McGowan é uma das únicas cem pessoas das quais se tem conhecimento que nasceram com a síndrome do cabelo impossível de se pentear (UHS, na sigla em inglês).

A condição é causada por uma mutação genética que deixa o cabelo espetado e seco, não importa qual produto seus pais usem. Como nada resolvia a situação e eles perceberam que ela não gostava de se pentear, acabaram deixando o cabelo natural e solto.

“Não queríamos usar nenhum tipo de químico, então passamos aloe vera, mas sem sucesso. Nós tentamos todo tipo de produtos, talvez uns 15 diferentes. Por fim, desistimos e a fantasiamos de Albert Einstein para o Halloween”, contou Cara McGowan, mãe da garota, ao Daily Mail.

Ela e o marido, Tom McGowan, levaram a filha para se consultar com Regina Betz, uma especialista na Alemanha que estuda a síndrome. Ela afirmou que só há cem casos iguais aos de Taylor reconhecidos no mundo.

A excentricidade de sua aparência faz com que Cara e o marido, Tom McGowan, não consigam realizar tarefas do cotidiano como ir ao supermercado sem chamarem a atenção. Embora a maioria dos comentários seja carinhoso, há quem diga coisas que desagradam Cara.

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“Um dia, estávamos no escritório do pediatra local e uma mulher com sua filha começou a apontar e rir, dizendo ‘Olha, o cabelo dela é engraçado’. Aquilo me deixou triste, é uma forma de bullying. Espero que consigamos passar uma mensagem de consciência para com pessoas que são diferentes”, falou a mãe.

Foi pensando nisso que o casal criou uma página no Facebook para publicar fotos da menina. Em uma publicação de 18 de janeiro, eles divulgaram uma imagem de Taylor com o cabelo para cima e um resumo da motivação para criar a página: “Minha mãe acredita na conscientização das pessoas sobre minha síndrome, assim como a educação contra o bullying e para a aceitação de qualquer um que pareça diferente. Ela também quer dar apoio ao meu processo de aceitação com o meu corpo”.



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