Saiba o que acontece com o corpo quando seguramos gases

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Quem nunca passou pela situação embaraçosa de ter que liberar gases, ou soltar o famoso “pum”, entre tantos outros apelidos? Acontece que segurar demais pode ser prejudicial para o funcionamento do corpo, portanto, da próxima vez que for necessário, não se culpe por poluir um pouco o ambiente. Mas é bom tentar fazer isso da forma mais discreta possível.

Os gases intestinais são formados durante a digestão,  resultantes, em sua maioria, da fermentação e absorção de alguns componentes dos alimentos pelas bactérias que vivem no intestino. Esses gases são inofensivos, mas podem causar alguns problemas caso uma grande quantidade fique acumulada no reto.

Esses gases, quando não são eliminados pelo ânus em forma do famigerado “peido”, são reabsorvidos pelas próprias paredes do intestino e vão parar na corrente sanguínea. Dessa forma, eles são expelidos pela própria respiração ou mesmo pela pele, embora de forma muito mais discreta. Ou seja, a primeira coisa a se ter em mente é que os gases vão sair do seu corpo, de uma forma ou de outra.

Prender a carga de gases pode levar a inchaços, dores abdominais, aumento da pressão do intestino e consequentemente da pressão interna do corpo, o que pode afetar outros órgãos e alguns estudos relacionam o ato de segurar os gases à ocorrência de diverticulite, que é a inflamação de algumas das “bolsas” do intestino grosso.

Os culpados

Sabe-se que a alimentação influi diretamente na quantidade de gás produzida por cada pessoa, tanto que alguns alimentos são frequentemente acusados de causarem situações constrangedoras. Entre alguns dos vilões mais famosos estão os derivados de leite, o feijão e o repolho.

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Fala-se também, de um modo geral, dos alimentos ricos em fibras. No entanto, um estudo recente feito com voluntários, observou que a formação de gases se dá na mesma quantidade, mesmo que as fibras sejam consumidas em maior volume. A diferença é que eles se formam de maneira mais rápida, o que pode acabar proporcionando “peidos” maiores em um período menor de tempo.



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