Suposto monge fantasma é fotografado em abadia britânica do século 12

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As antigas construções medievais do Reino Unido são conhecidas por serem prováveis moradas de todo o tipo de fantasma. O último avistado foi um provável monge do século XII, fotografado por uma jovem na Abadia Tintern, em Monmouthshire, País de Gales. Apenas mais um dia comum na assombrada Grã-Bretanha.

A responsável por registrar a alma penada foi Rosie Boulton, uma jovem de 19 anos que possui interesse em assuntos sobrenaturais. Tanto que ela resolveu visitar a abadia durante a noite, acompanhada apenas de alguns amigos, já na intenção de dar “oi” para algum eventual monge do século XII que estivesse passando por lá, por acaso. E se a intenção era essa, parece que Rosie se deu bem. Confira a foto feita por ela:

monge fantasma abadia de tintern

A Abadia Tintern é conhecida pelas assombrações há muito tempo. Ela foi fundada por volta do ano 1131 por Walter de Clare, Lorde de Chepstow. Ficou famosa na época por ter abrigado o rei inglês Eduardo II por duas noites, mas poucos anos depois a região foi devastada pela Peste Negra, que provavelmente forneceu os primeiros fantasmas da abadia.

No século XV, já bastante decadente, a igreja foi destruída em uma revolta galesa contra a coroa britânica e desde então jaz em ruínas. As lendas contam de monges encapuzados com tochas perambulando por lá, além de um cavaleiro, que muitos juram ser o fantasma de Gilbert fitz Gilbert de Clare, o primeiro Conde de Penbroke, que teria sido sepultado ali.

Os fantasmas da Grã-Bretanha

A ilha britânica possui inúmeras lendas de fantasmas que assombram ruínas antigas. Os personagens variam desde os monges de Monmouthshire, passando pela rainha consorte Ana Bolena, que vez ou outra aparece carregando sua própria cabeça até hoje na Torre de Londres, uma antiga fortaleza localizada no coração da capital inglesa.

Os mais céticos questionam todos os avistamentos, como o caso da Abadia de Tintern, já que a silhueta do suposto monge fantasma seria muito semelhante aos arcos da entrada da igreja, podendo ser resultado apenas de algum jogo de luz ou ilusão de ótica. Mas quem vai se arriscar a provar?



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