7 curiosidades sobre o Monte Everest

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O Monte Everest é a montanha mais alta do mundo e está localizado na cordilheira do Himalaia, fronteira com o Nepal e o Tibete. Por ano, um grande número de alpinistas se arrisca na subida desta montanha.

Estima-se que as cordilheiras do Himalaia tenham surgido entre 50 milhões de anos atrás, a partir da colisão das massas de terra da Eurásia e da Índia. O evento foi impulsionado pelo movimento das placas tectônicas.

O nome Everest foi adotado em 1865 para homenagear o engenheiro-cartógrafo galês, George Everest, que realizou o primeiro mapeamento da região. Antes, o Monte era chamado de Pico XV.

Confira 7 curiosidades sobre o Monte Everest:

1 – Os Pioneiros no Monte

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Os primeiros homens a chegarem ao cume do Everest foram o neozelandês Edmund Hillary e o sherpa (etnia do Himalaia) Tenzing Norgay. Essa conquista aconteceu no dia 25 de maio de 1953.

Em 2002, 50 anos após a chegada dos dois ao cume, o feito foi comemorado por Peter Hillary e Janling Norgay, filhos de Edmund Hillary e Tenzing Norgay. Os dois repetiram o feito de seus pais e chegaram ao cume em 25 de maio de 2002.

Já o primeiro brasileiro que chegou ao cume do Everest foi o paranaense Waldemar Niclevicz. Esse feito ocorreu no ano de 1995.

2 – O Monte Everest não é a montanha mais  perigosa

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O Monte Everest possui o título de montanha mais alta do mundo, com 8.848 metros. A segunda mais alta é o K2, que possui 8.611 metros.

Apesar de o Monte Everest ser mais alto, o K2 é mais perigoso, pois além dos mais de 8 mil metros de escalada, o alpinista que desejar chegar ao cume dessa montanha, terá que enfrentar avalanches, paredões gigantes, abismos mortais e nevascas.

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De cada quatro alpinistas que tentam chegar ao cume do k2, um morre.

3 – Alto Risco de Morte

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Estima-se que há aproximadamente 120 corpos abandonados na montanha.

A maior tragédia na montanha ocorreu durante uma temporada de escalada, no ano de 1996, quando 19 pessoas morreram no mesmo dia de escalada.

Essa tragédia é contada do livro “No Ar Rarefeito”, escrito pelo jornalista Jon Krakauer.

Até maio de 2013, 238 pessoas perderam a vida no Everest, sendo que a maior parte dessas mortes acontece na descida.

4 – Efeitos da Altitude

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O efeito do mal da montanha causado pela altitude é devastador ao corpo humano.

Quando o alpinista atinge 3.000 metros acima do nível do mar, ele começa a ter dificuldades para respirar. Já entre 6.000 e 8.000 metros, o alpinista começa a sentir náuseas, tonturas, pode começar a ter alucinações, embolia pulmonar e ter partes do corpo congeladas.

5 – Subir o Everest é Difícil Também Para o Bolso

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Não é nada barato a expedição ao cume do Everest. Se você tem esse sonho, saiba que irá ter que desembolsar entre 150 mil e 300 mil reais.

Para a escalada, você deverá contratar guias e carregadores, que são chamados de sherpas. Eles são de uma etnia da região das montanhas do Himalaia e, como são acostumados com as intempéries do local, são mais resistentes à altitude elevadas.

6 – Grande Quantidade de Lixo e Dejetos Humanos

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Além dos restos mortais de alpinistas, há aproximadamente 50 toneladas de resíduos que são deixados para trás a cada temporada de escalada. É possível encontrar cilindros de oxigênio vazios, equipamento de escaladas e muitas fezes humanas.

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Desde 2008, a Eco Everest Expedition vai até a montanha tentar amenizar esse problema. Eles já coletaram mais de 10 toneladas de lixo.

Por essa razão, o governo do Nepal criou uma regra, onde cada escalador deve recolher pelo menos oito quilos de lixo enquanto estiver descendo a montanha. Caso contrário, eles perdem os quatro mil dólares que é dado de ajuda de custo.

7 – Aranhas no Meio do Caminho

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Além dos efeitos da alta atitude, os alpinistas possuem ainda mais um motivo para se preocupar: as aranhas saltadoras do Himalaia.

Essa espécie que é chamada cientificamente de Euophrys omnisuperstes se esconde nas encostas e fendas do Everest. Já ouve relatos de alpinistas que viram essas aranhas em uma altitude de quase 7 mil metros.

Essas aranhas e algumas espécies de aves são praticamente os únicos animais que habitam de forma permanente na elevada altitude.

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