Ciência ajuda a identificar se você está saindo com um psicopata

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Não vamos mentir: aquela pessoa legal que você acabou de conhecer tem uma chance razoável de ser um psicopata.

No entanto, a ciência pode ajudar a identificá-lo, com base em traços de personalidade e comportamento comuns a quem tem essa condição, que ao contrário do que pode parecer, não significa que a pessoa é um serial killer ou criminoso de qualquer tipo.

A psicopatia é considerada uma desordem de personalidade pela ciência e é possível reconhecê-la de modo relativamente fácil, observando alguns traços no indivíduo.

Psicopatas tendem a ser muito antissociais, esconder emoções, ter comportamentos extremamente egoístas e aparentam uma total ou parcial ausência de sentimentos como empatia, remorso e culpa.

Por outro lado, eles também costumam ser bastante detalhistas, criativos e precisos em suas colocações e ações, além de serem “bons de papo”, características que não são necessariamente ruins dependendo do contexto e de como a pessoa lida com esses traços de personalidade.

Um psicopata tem grande chance, por exemplo, de ser uma pessoa muito bem sucedida em sua área de atuação. Estima-se que a cada 100 pessoas, uma seja psicopata.

Outra característica comum aos psicopatas é o que os cientistas chamam de mentira patológica. Essas pessoas tendem a mentir com muita frequência, sobre qualquer assunto e muitas vezes sem necessidade, em alguns casos simplesmente pela perspectiva de estar manipulando outra pessoa.

Esse traço da personalidade um psicopata é um dos mais difíceis de reconhecer, já que eles não apenas mentem muito, mas são muito bons nisso.

Saindo com um psicopata

Um relacionamento com um psicopata pode ser extremamente desgastante. A ausência de sentimentos como remorso, culpa e arrependimentos em geral, aliados à grande capacidade persuasiva, podem fazer a outra pessoa se sentir culpada por problemas que não causou. É como se a vítima de um crime acreditasse que a culpa é dela.

É preciso ter em mente que psicopatas tendem a querer manipular e ter total controle sobre a relação e para isso não faltam “técnicas” para colocar o parceiro sob controle, incluindo destruir sua autoestima, as onipresentes mentiras e em casos extremos, a violência tanto física quanto psicológica.

Esses comportamentos não possuem justificativa, mas um psicopata poderia encontrar motivos para isso e seria extremamente convincente.



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