Lembra do Tesseract dos filmes da Marvel, aquele cubo que abrigava uma das Joias do Infinito? Agora imagine que Adolf Hitler tinha mais de 600 desses objetos a disposição. No entanto, os cubos de Hitler eram feitos de urânio e poderiam ser usados no desenvolvimento de armas nucleares, que se tivessem sido usadas, poderiam ter causado um estrago tão grande quanto Thanos com a Manopla do Infinito.
Um artigo publicado por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, mostrou um fato assustador: a Alemanha Nazista possuía, na época da Segunda Guerra Mundial, 664 cubos maciços de urânio, que poderiam ter sido usados na fabricação de armas nucleares. Foi a possibilidade da existência desse material em poder dos nazistas que fez com que os aliados resolvessem sair na frente e iniciassem o Projeto Manhattan.
Esse fato foi comprovado quando um dos pesquisadores recebeu um dos cubos em uma entrega anônima, que dizia que o objeto pertencia a um antigo reator nuclear que Hitler tentou construir no subsolo de um castelo na Alemanha. O artefato acabou indo parar nos Estados Unidos provavelmente através de alguém envolvido na chamada Operação Paperclip, que trouxe vários cientistas alemães para trabalhar na América depois da guerra.
O tesseract nazista tem aproximadamente o tamanho de um cubo mágico e pesa pouco mais de dois quilos. A radiação no momento é baixa e o cubo pode ser manuseado sem maiores problemas.
Nazismo e tecnologia nuclear
O fato de que a Alemanha de Hitler nunca conseguiu desenvolver armas nucleares é considero um milagre por muitos estudiosos, já que os nazistas tinham tudo o que precisavam nas mãos, incluindo o urânio na forma dos 664 cubos. A própria tecnologia nuclear foi inventada, ou descoberta, por cientistas alemães.
No entanto, apesar do reator ter sido parcialmente construído, estudos no tesseract mostraram que eles não conseguiriam atingir a massa crítica, a quantidade mínima do material para que houvesse reação nuclear. Suspeitando disso na época, as Forças Armadas dos EUA iniciaram o desenvolvimento dessas armas e as colocaram em prática no fim da guerra, nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.