Por que seres humanos gostam tanto de sexo?

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O sexo está presente desde o primeiro dia de nossas vidas, na esmagadora maioria dos casos. Afinal, você não acredita mais na história da cegonha, correto?

Sabe-se, ainda, que a relação sexual humana é praticada, em muitos casos, a fim de obter-se prazer. Vale destacar que o Homo sapiens não é o único que faz sexo por regozijo: alguns chimpanzés e golfinhos também têm o mesmo comportamento.

No entanto, é entre os humanos que o prazer se ramifica e o comportamento sexual ganha complexidade. Natural, pois somos seres complexos. Mas você já se perguntou por que gostamos tanto de sexo?

A resposta está na mente

Não é meramente uma questão relacionada aos órgãos sexuais. Gostamos tanto de sexo em função do nosso próprio cérebro.

O apreço por relações sexuais pode ser comparado, por exemplo, à ingestão de alimentos considerados saborosos. Quando você está diante de seu prato ou doce favorito, pode-se nem estar com fome, mas a vontade de devorá-lo aparece. É a mesma coisa com o sexo e isso está ligado à nossa mente de forma intrínseca.

O sentimento de satisfação após o ato sexual é apenas uma das partes prazerosas. Durante a prática, o corpo humano libera substâncias como endorfina e serotonina. Além de causarem uma sensação imediata de prazer, satisfação e relaxamento total do corpo, os compostos em questão ajudam, a longo prazo, na melhora de tópicos relacionados à nossa rotina, como o sono, a disposição física e até mesmo a aparência.

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Em suma, gostamos de fazer sexo por prazer porque nosso cérebro pede por isso. Ele sabe que, como consequência, substâncias prazerosas serão liberadas. Além disso, a prática faz bem para o corpo e para a rotina – desde que seja feita com proteção, consentimento e segurança.

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Este texto foi escrito originalmente por Renan Ralts para o canal Acredite ou Não, no YouTube. Edição textual por Igor Miranda. Veja a versão em vídeo:



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