Mais de 25 mil pessoas querem beber líquido de sarcófago em Alexandria

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Após o mistério do sarcófago negro encontrado em Alexandria ter sido resolvido, uma nova questão tem causado curiosidade: mais de 25 mil pessoas colocaram o nome em um abaixo-assinado pedindo para beber o líquido vermelho encontrado junto com a ossada das três pessoas que estavam no caixão.

Segundo o Ministério de Antiguidades do Egito, o líquido emanou um cheiro forte quando o sarcófago foi aberto e, apesar de testes não terem sido feitos, acredita-se que seja uma mistura de esgoto que entrou por uma infiltração com os restos mortais das múmias.

Esses detalhes não impediram que as pessoas criassem – em tom de brincadeira – o abaixo-assinado pedindo para beber o líquido, alegando que o ato dará o poder dos guerreiros que foram colocados no sarcófago. Milhares de pessoas se juntaram e agora falta pouco menos de duas mil assinaturas para chegarem ao ‘objetivo’ de 25 mil nomes e mandarem o pedido para o Egito.

O mistério de Alexandria

Após encontrarem um sarcófago gigante feito de granito negro durante uma escavação na cidade de Alexandria, no norte do Egito, arqueólogos tomaram a decisão de abri-lo para ver o que havia dentro. Em vez dos restos mortais de Alexandre, o Grande, ou alguma maldição dos faraós, os pesquisadores encontraram três esqueletos e muito esgoto.

Segundo post do Ministério de Antiguidades do Egito no Facebook, logo que os profissionais começaram a içar a gigante tampa do sarcófago, um cheiro pungente fez com que eles tivessem de se afastar para colocarem máscaras e outros equipamentos para se protegerem do forte odor. Quando abriram, havia esgoto, que entrou por alguma infiltração no caixão, e restos de três esqueletos.

“Nós achamos os restos mortais de três pessoas no que parece ser uma tumba familiar. Infelizmente as múmias estavam em péssimas condições por conta da infiltração e só restaram os ossos”, disse ShaabanAbdel Moneim, especialistas em múmias, no post. Os ossos serão encaminhados para estudo no Museu Nacional de Alexandria com a esperança que se determine a causa da morte e o período em que viveram.



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