Governo do Brasil busca parceria com SpaceX e Boeing para foguetes

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O Governo Federal tem buscado investir e ampliar o programa espacial brasileiro. O primeiro passo para a aceleração do programa pode ser uma parceria firmada com empresas como SpaceX e Boeing.

Nenhum contrato foi fechado ainda, mas a intenção é que as empresas comecem a operar até 2021 na base militar e centro de lançamentos de Alcântara, no Maranhão. Essas parcerias poderiam render até US$ 1,5 bilhão por ano para o programa espacial brasileiro.

No último mês de novembro, executivos de várias empresas como Boeing, Microcosm, Lockheed Martin e Vector Space Systems vieram ao Brasil para conhecer as instalações do complexo aeroespacial de São José dos Campos, em São Paulo. Executivos da SpaceX também foram convidados, mas não puderam comparecer.

As parcerias com qualquer uma dessas empresas devem ainda ser aprovadas pelo governo dos Estados Unidos. O Pentágono examina uma proposta levada pelo Ministro da Defesa Raul Jungmann e deve avaliar as questões relacionadas ao acesso a novas tecnologias por parte do governo brasileiro.

Vale lembrar que empresas como a SpaceX estão alcançando um alto nível de desenvolvimento de foguetes e propulsão. Uma parceria dessas seria extremamente vantajosa para o Brasil em termos financeiros e também em termos de tecnologia, por mais que haja uma regulação dos Estados Unidos quanto ao acesso a isso.

Precisando de upgrades

O programa espacial brasileiro sofre com falta de interesse e cortes de orçamento nos últimos anos. A base de lançamento em Alcântara, no Maranhão, é uma das mais importantes do hemisfério sul.

Em 2006, o tenente da Força Aérea Brasileira Marcos Pontes foi o primeiro brasileiro enviado ao espaço. Ele passou 8 dias na Estação Espacial Internacional (ISS), tendo viajado em parceria com a Nasa e a Roscosmos, agência espacial russa.



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