Comprovado: as pessoas gostam mais dos cães do que de outros humanos

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“Quanto mais conheço os humanos, mais gosto do meu cachorro”.

Ah, que saudade nostálgica dos tempos do Orkut! Das duas, uma: ou você tinha um amigo que usava, ou você usava a frase acima em seu perfil. Muito além do Orkut, a frase é um clássico em diversas redes sociais.

Agora, uma pesquisa realizada nos Estados Unidos apresentou uma conclusão inusitada: a clássica frase realmente é verdade. Ou seja, as pessoas tendem a ter mais empatia com os cães do que com outros seres humanos.

O estudo foi feito na Universidade do Colorado e publicado pela revista científica especializada ‘Society & Animals’.

“Prefiro meu cachorro” – O estudo

Para a realização do estudo, foram chamados 240 voluntários. Eles eram estudantes e, durante o experimento, recebiam um recorte de jornal.

A notícia impressa era falsa e versava sobre um ataque – algumas a um humano, outras a um cachorro.

O ataque era sempre idêntico. A vítima era atacada “com um taco de baseball por um agressor desconhecido” e ficava “inconsciente, com uma perna quebrada e várias escoriações”.

A notícia foi distribuída em 4 versões diferentes. Em cada uma delas, a vítima podia ser: um bebê de um ano de idade; um adulto de 30 anos; um filhote de cachorro ou um cachorro de seis anos de idade.

Depois de lerem o papel, os voluntários passavam por uma bateria de questionamentos com o intuito de medir seus níveis de empatia.

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Conclusões

A princípio, o que a equipe queria testar era a hipótese de que a vulnerabilidade das vítimas – determinada pela idade, não pela espécie – seria o fator mais importante nos níveis de empatia e preocupação dos participantes.

O que aconteceu, entretanto, foi que os níveis de empatia para o cachorrinho, o cachorro mais velho e o bebê humano eram semelhantes. A pessoa adulta ficava por último.

O cão adulto só recebeu pontuações mais baixas de empatia quando comparado com a vítima humana infantil.

Ou seja, a conclusão foi inevitável e curiosa: em muitos casos, nos preocupamos mais com cães do que com seres humanos.

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