Com que frequência você precisa trocar sua roupa de cama, segundo a ciência

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Sim, concordamos que dormir é algo muito bom, além de essencial para qualquer um de nós, ainda mais se lembrarmos do fato de que passamos um terço de nossas vidas dormindo. Mas se você é daquelas pessoas que não tem o costume de trocar a roupa de cama com frequência, saiba que você pode estar descansado em meio a milhares de bactérias e fungos, de acordo com o microbiologista Philip Tierno.

Em entrevista para o site Business Insinder, Tierno afirma que o ideal é lavar e trocar sua roupa de cama uma vez por semana. O motivo é que nós, seres humanos, chegamos a produzir quase 98 litros de suor enquanto dormimos a cada ano. E em condições quentes e úmidas, essa combinação é considerada perfeita para a proliferação de culturas fúngicas.

E esse problema é comum para pessoas de qualquer idade. Por exemplo, um estudo recente observou que os travesseiros de pessoas com idade entre 1,5 e 20 anos continham até 17 tipos diferentes de fungos.

E se não bastasse tudo isso, saiba que você também pode estar dormindo em meio a secreções nasais e anais (e no caso das mulheres, também com secreções vaginais) e restos de sua pele. Isso sem contar poeira, pólen e pelos de animais que podem ficar retidos em sua cama, por exemplo.

Voltando a falar de fungos e bactérias, Tierno diz que as culturas fúngicas e bacterianas levam em torno de uma semana para ficarem “completas” nas condições ideais, o que explica o motivo de você precisar mudar sua roupa de cama uma vez por semana. Ficar exposto a esse tipo de material pode desencadear espirros e tosse, e nem é preciso dizer que pessoas com problemas respiratórios possuem um agravante muito pior.

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Por fim, também culpe a física por causar esse problema. É que por mais que você tome os cuidados necessários, a gravidade também faz com que os fungos, bactérias e todas as demais partículas citadas acima acabem parando em cima de sua roupa de cama.

“Se você encostar em um cocô de cachorro na rua, vai querer lavar suas mãos imediatamente. Considere isso análogo ao que acontece em sua cama”, finalizou Tierno.

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