Conheça os 7 cientistas mais ‘malucos’ da história

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Pensávamos que cientistas malucos só existiam em filmes de ficção científica e terror. Mas eles, realmente, existem no mundo real. Na lista a seguir, você pode conferir alguns dos cientistas mais ‘malucos’ da história, que viveram ou ainda vivem:

Leonardo da Vinci

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A maioria das pessoas o conhecem por sua bela arte, mas se voltássemos ao seu tempo, com certeza você acharia que da Vinci era um cara absolutamente maluco. Com interesses que se estendem além do campo da arte, da Vinci gostava de se aprofundar em estudos sobre engenharia, invenção e, até mesmo, anatomia. Para efeito, da Vinci é creditado como o inventor do helicóptero.

Na época em que da Vinci viveu, as únicas coisas que voavam eram pássaros e insetos. Com um grande desejo de poder voar, ele acabou inventando o “parafuso aéreo”, uma engenhoca feita de madeira, lona e partes de bicicletas. Embora sua invenção só tenha existido no papel, ele é creditado por ter inventado o helicóptero, além de ser creditado como o inventor do pára-quedas. Da Vinci também gostava de dissecar cadáveres. Apesar dele ter recebido permissão para tal feito, muitos o consideravam louco, por ser tão diversificado, indo da arte a morte.

Henry Markram

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A ideia do cientista e professor sul-africano Henry Markram, é dar consciência a uma máquina até 2018. Isso significa que usa intenção é aperfeiçoar a inteligência artificial das maquinas, algo que já vimos em muitos filmes e, que no fim das contas, não foi uma boa ideia. O foco de seu projeto é criar uma mente completamente artificial capaz de pensar, sentir e até mesmo se apaixonar. Markram acha que isso ajudará a humanidade a compreender melhor como o cérebro funciona.

Essa ideia de criar uma “mente que pensa” veio quando seu filho, Kai, foi diagnosticado com síndrome de Asperger (Distúrbio no desenvolvimento que afeta a capacidade do indivíduo de socializar-se e comunicar-se de maneira efetiva), que eventualmente resultou em sua teoria: de que pessoas autistas são mais compreensivas e conscientes do que a ciência imagina. Posteriormente, nasceu o Projeto Cérebro Humano, que ele espera ajudar em pesquisas de doenças que afetam a mente.

Giovanni Aldini

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Em 1803, o físico italiano Giovanni Aldini, ficou famoso ao fazer um pequeno experimento que iria ressuscitar um cadáver por meio da eletricidade, o que gerou um alvoroço na comunidade científica da época. Para realizar a tarefa, Aldini adquiriu o corpo de um assassino chamado George Foster, que havia sido condenado a enforcamento por ter matado sua esposa e filho.

Então Aldini levou o corpo de Foster para a Faculdade Real de Surgeons no Reino Unido, onde, na frente de uma plateia, ligou eletrodos ao corpo de Foster. O resultado? Quase que instantaneamente o corpo começou a se mexer. Todos que assistiam ficaram chocados ao ver o resultado da experiencia de Aldini.

Tudo começou com os músculos faciais se contraindo, o olho esquerdo se abrindo e, depois de algumas horas, parecia que Foster estava realmente inspirando ar, como se estivesse de fato tentando respirar. No entanto, a bateria usada por Aldini logo se descarregou e o corpo de Foster voltou a ficar rígido novamente. Embora Foster não tenha sido ressuscitado de fato, sua história correu toda a Inglaterra e, eventualmente, chegou aos ouvidos da escritora Mary Shelley, que acabou se inspirando nessa história para escrever o livro “Frankenstein”.

Johann Conrad Dippel

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Os interesses do médico alemão Johann Conrad Dippel, se estendiam desde teologia até a alquimia, e seus hobbies incluíam fazer experiencias com cadáveres, na tentativa de criar uma vida artificial, além de procurar ativamente o elixir da vida, como ele próprio citava na época.

Uma coisa que Dippel criou de fato, foi algo que ele chamava de “Óleo de Dippel,” uma mistura que foi realmente utilizado até a Segunda Guerra Mundial, embora, apenas como repelente de insetos. É importante também notar que Dippel nasceu no Castelo de Frankenstein, que é uma coisa real, localizado em Darmstadt na Alemanha. Dippel foi considerado culpado de heresia, pois ele também foi outro cientista que deu origem ao mito Frankenstein, mais tarde difundido pelos livros da escritora Mary Shelley.

Charles Hofling

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O psiquiatra Charles Hofling gostava de testar os limites da obediência das pessoas. Em 1966, ele realizou o que hoje é chamado de “experimento hospitalar Hofling”. Sem contar para nenhum das 22 enfermeiras que faziam plantão no hospital onde trabalhava, Hofling se passou por outro médico e ligou para o hospital, pedindo para que as enfermeiras administrassem um medicamento fictício – na verdade um placebo – aos pacientes.

A droga falsa não constava em qualquer lista de medicamentos aprovados. Além disso, foi dito as enfermeiras darem aos pacientes 20mg da droga, apesar de um rótulo no frasco afirmar claramente que 10mg é o máximo que se deve dar a uma pessoa. Assustadoramente, 21 de 22 enfermeiras cumpriram as ordens dadas por Hofling. Ao fazerem isso, estas enfermeiras quebraram as principais três regras do hospital: não receber ordens por telefone, não ultrapassar uma dosagem máxima e não administrar um medicamento não autorizado.

Elon Musk

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Conhecido como Tony Stark da vida real, o empreendedor Elon Musk (as vezes chamado também de cientista), sempre fala de suas ideias, consideradas por muitos como “peculiares”. Para começar, ele quer mudar completamente a forma como as pessoas se locomovem pelas cidades com o Hyperloop: uma proposta de sistema de trânsito super rápido que ligaria a cidade de Los Angeles à São Francisco, com uma viagem de cerca de 30 minutos. Esta pequena ideia, deu seu primeiro grande passo em maio de 2016, quando a iniciativa “Hyperloop One” obteve sucesso ao testar um mecanismo de propulsão no deserto de Nevada.

Outra das ideias malucas de Musk, é sobre a atual proposta da criação da inteligência artificial livre – uma coisa que ele afirma ser contra. Em dezembro de 2015, ele revelou a “OpenAI”, uma empresa de pesquisa com foco na Inteligencia Artificial, que visa o desenvolvimento de uma inteligência artificial que beneficiará a humanidade, em vez de destruí-la. Para tirar esta ideia do papel, Musk levantou 1 bilhão de dólares, uma quantidade verdadeiramente absurda, que só um cientista maluco arriscaria.

J. Robert Oppenheimer

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O físico teórico americano Julius Robert Oppenheimer, ensinou física na Universidade de Berkeley por mais de uma década. No entanto, a maioria das pessoas o conhece por seu trabalho no então clandestino Projeto Manhattan, onde foram desenvolvidas as primeiras bombas atômicas do mundo. Por essa conquista, ele acabou ficando conhecido como o “pai da bomba atômica”. E isso é apenas a primeira grande coisa que ele esteve envolvido.

Pouco depois, ele propôs ao Controle Internacional de Armas Nucleares, um modo de evitar uma catástrofe nuclear global. Basicamente, ele apresentou ao Congresso, seus “brinquedos” explosivos e, em seguida, tentou levá-los embora, como se tivesse acabado de apresentar seu portfólio. O que não foi muito bom para Oppenheimer, pois logo em seguida, seu certificado de segurança foi revogado e sua carreira arruinada.



fonte: grunge

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