Superlua rosa ocorre nesta segunda (26); conheça sobre o fenômeno

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Na madrugada desta segunda para terça-feira (27), a Lua entrará na fase cheia e estará em seu perigeu, ou seja, no ponto máximo de aproximação com o planeta Terra.

O fenômeno é conhecido popularmente como superlua, dá pra enxergar a olho nu e é uma experiência incrível: de onde quer que você esteja, a partir do pôr-do-sol desta segunda (26) já será possível perceber que o satélite aparenta ser bem maior que o normal. Tire um tempinho para olhar para o céu!

Neste mês, o fenômeno será nomeado como “superlua rosa”, mesmo não tendo nenhuma cor especial. O que acontece, na verdade, é um alinhamento triplo entre a Terra, o Sol e a Lua – que fará com que ela pareça mais brilhante.

O ápice do brilho lunar será por volta das 0h33 da terça-feira, mas, no entanto, o fato será praticamente imperceptível ao olho humano se comparado a uma Lua cheia comum.

Mas por que ‘rosa’, então?

A Lua de abril é chamada de rosa por povos norte-americanos por causa da primavera, ou seja, é apenas uma metáfora que simboliza a estação do Hemisfério Norte.

De acordo com o astrônomo do Planetario do Rio, Naelton Araújo, quando a Lua nasce pode ter cores distinstas, variando entre tons de amarelo, laranja ou vermelho. “Depende das condições atmosféricas do lugar.”

A mesma ilusão ocorre com o tamanho da Lua, que pode parecer ainda maior por conta da refração atmosférica e referenciais terrestres – estes, sendo somente mais um efeito psicológico dos seres humanos.

Como a Superlua funciona?

A órbita da Lua ao redor da Terra possui um formato elíptico, assim como acontece ao redor do Sol, e por isso ocorre o afastamento e aproximação da Terra durante a movimentação pelo Universo.

Quando está no perigeu, a Lua parece entre 15% e 30% mais brilhante, mas como não é algo raro e acontece todos os meses, o termo Superlua acaba sendo controverso no meio astrológico.

Os astrônomos não utilizam essa palavra. Falam apenas ‘Lua no perigeu’. Mas com as redes sociais o termo viralizou. Na verdade, isso foi criado por astrólogos”, explica o astrônomo do Observatório Municipal de Campinas, Júlio Lobo.



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