Veja 10 soluções bizarras para problemas sérios

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O mundo dos negócios está cheio de pessoas que podem fornecer soluções inovadoras para problemas sérios. Às vezes, estas ideias inovadoras realmente funcionam. Mas frequentemente são simplesmente loucuras.

Confira abaixo as soluções mais bizarras para resolver alguns problemas:

Problema: A Austrália está preocupada com as alterações climáticas

Solução: Matar um milhão de camelos

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A mudança climática é um dos maiores problemas do nosso tempo. Muitas pessoas estão preocupadas porque não podemos cortar nosso consumo de carbono rápido o suficiente para impedir um apocalipse climático. Mas enquanto a maioria dos cientistas fala sobre o uso da tecnologia para nos salvar, a Austrália veio com uma solução melhor. O governo quer atirar em um milhão de camelos de cima de um helicóptero.

Um aspecto raramente discutido sobre a mudança climática é o fato que uma boa parte dela é causada por grandes mamíferos soltando gases (isso mesmo: peidando). É sério: cada camelo na Terra libera cerca de 45 kg por litro de metano por ano, o equivalente a 1.133 kg por litro de dióxido de carbono em termos de danos à atmosfera. Desde que a Austrália foi “invadida” por camelos, em 2011, o governo considerava seriamente um abate em massa dos animais para combater o aquecimento global.

Incrivelmente, os cientistas pensavam que o plano básico era uma boa ideia. No entanto, vale lembrar que seria mais efetivo matar suas 20 milhões de vacas. A média de gases bovinos é maior do que a média do camelos.

Problema: Alta taxa de suicídio na Coreia do Sul

Solução: Fazer funerais fictícios em massa para as pessoas que ainda estão vivas

Em 2015, algumas empresas da Coreia do Sul decidiram fazer algo sobre a taxa de mortalidade entre os seus empregados. Foram organizados funerais fictícios em massa. Os trabalhadores ficavam dentro de caixões e eram forçados a ouvir discursos sobre a sua morte prematura.

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Os funcionários se fingiram de mortos por uma tarde inteira e ficaram ouvindo discursos em seus próprios funerais. Parece ter funcionado. O jornal britânico The Guardian cita um homem que disse que a experiência de fingir de morto em um caixão o fez perceber que ele precisa passar mais tempo com sua família.

Problema: Fome na Coreia do Norte

Solução: Abrir lojas que vendam cocô humano

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Desde os anos 1990, um enorme número de pessoas na Coreia do Norte vive à beira da inanição. Aqueles com sorte suficiente possuem um pedaço de terra, onde cultivam seus próprios vegetais para não morrer de fome. Só há um problema: o fertilizante é algo difícil de se encontrar na Coreia do Norte. A solução foi alguns moradores abrirem lojas que vendem cocô humano.

Em 2011, desertores que foram para a Coreia do Sul informaram que um dos itens mais procurados no mercado negro norte-coreano foi o cocô humano. Por incrível que pareça, isso movimenta uma quantidade enorme de dinheiro.

Infelizmente, com a dieta norte-coreana, é impossível gerar cocô suficiente para seu próprio país. Existem lojas de cocô que pagam para que pessoas “produzam” cocô para elas. Parece algo louco e nojento, mas quando suas escolhas são apenas comprar cocô ou morrer de fome, essa é única saída possível.

Problema: Mulheres japonesas estressadas no trabalho

Solução: Contrate homens bonitos com lenços para limpar cuidadosamente suas lágrimas

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A sociedade conservadora do Japão não é amigável com o sexo feminino. Embora as mulheres sejam respeitadas em público, ainda se espera que elas fiquem em casa cuidando de bebês e mal vendo seus amigos. No local de trabalho, as coisas são ainda piores.

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Como resultado, as muitas mulheres jovens determinadas a terem suas carreiras estão encontrando um ambiente de trabalho masculino super estressante. O governo japonês considera isso um “problema nacional”.

Porém, em 2015, uma empresa surgiu com uma solução curiosamente sexista. Agora, mulheres focadas na carreira podem contratar belos homens para virem até suas casas depois do trabalho com uma caixa de lenços para enxugar suas lágrimas.

Deixando de lado a solução sexista para um problema machista, os homens com lenços estão se provando populares. A empresa começou no final de 2015 e já conta com muitas pessoas em sua lista. Duas horas do serviço podem ser obtidas por 6.656.1000 Ienes (algo em torno de 60 dólares ou 215 reais).

Problema: Baixa taxa de natalidade na Rússia

Solução: Um dia nacional do sexo e prêmios especiais para as mulheres que engravidarem

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A taxa de natalidade da Rússia está baixa. E isso não é um exagero: se os russos não começarem a se agitar, em breve, a economia do país irá implodir com o número de pessoas de idade. Desde 2006, o Kremlin tem feito muitas coisas loucas para enfrentar a crise, incluindo a organização de um show de hip-hop do grupo Boyz II Men. Mas o mais louco de tudo isso, com certeza, é o Dia Nacional da Concepção.

Realizado no dia 12 de setembro, o Dia Nacional da Concepção garante uma folga aos casais para que possam ir para casa se reproduzirem. Qualquer mulher que conseguir dar à luz exatamente nove meses depois, ganha um prêmio. Os prêmios anteriores incluíam Jipes 4×4, um apartamento e um frigobar. Há alguns relatos que isso funcionou de fato. A taxa de natalidade na Rússia ainda é preocupante, mas depois disso ela tem subido mais do que nos anos anteriores.

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Problema: O Colégio Eleitoral dos Estados Unidos não faz sentido

Solução: Mantenha o colégio, mas crie cinquenta novos estados

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A política americana é louca. Qualquer um que discorde só precisa olhar para o colégio eleitoral do país. Graças à forma como a população é espalhada por ele, alguns estados exercem uma influência desproporcional. Por exemplo, o estado mais populoso tem 66 vezes a população do menor, mas só recebe 18 vezes mais votos. Isto é claramente injusto e as pessoas falam em mudar isso durante décadas.

Em 2013, o matemático Neil Freeman veio com uma solução prática e ao mesmo tempo totalmente louca. Ele propôs que desfizessem os atuais 50 estados e os substituísse por 50 novos que possuam populações idênticas.

A proposta de Freeman foi tão longe que ele elaborou um mapa para os 50 novos estados com uma população de 6,175 milhões de pessoas para cada. Como você pode imaginar, ele foi

Na nova divisão, o Alasca e metade do Oregon foram combinados em um único super estado, enquanto a cidade de Nova Iorque foi dividida em duas. O oeste americano inteiro foi reduzido a três estados gigantescos, enquanto a costa leste foi dividida em vários estados.

É improvável que essa reformulação dos estados aconteça um dia, mas nos deixa pensando o quão longe essa ideia foi, mesmo sendo tão simples para o problema em questão.

Problema: Cidades dinamarquesas estão fechando escolas pouco frequentadas

Solução: Fazer um acordo com o governo para fazer o máximo de bebês possíveis

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Em algum momento, a população infantil na Dinamarca diminuiu tanto que o governo decidiu simplesmente fechar a escola local e poupar alguma verba. Na maioria dos casos, tudo o que se pode fazer é reclamar.

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Mas os cidadãos de Thisted, na Dinamarca, tiveram um plano diferente. Eles fizeram um acordo com o governo local de terem mais bebês o mais rápido possível, assim o governo traria novamente os serviços escolares de volta.

O jornal The Guardian informou que os jovens casais da cidade tinham cerca de cinco anos para conseguir o maior número possível de bebês recém-nascidos. Com isso, o conselho iria manter as escolas abertas e talvez até mesmo abrir alguns novos serviços.

Problema: A família real britânica é supostamente cruel com animais

Solução: Protestar contra isso comendo carne de cachorro

Caçar raposas é o esporte preferido da classe alta da Grã-Bretanha. Embora a caça com cães seja ilegal desde 2004, o esporte em si continua a ser muito popular. Há acusações frequentes de crueldade contra os participantes, às vezes elas são bem graves e algumas vezes também são falsas. Em 2007, por exemplo, o príncipe Phillip foi acusado de espancar uma raposa até a morte.

O príncipe foi inocentado de qualquer irregularidade, mas isso não satisfez ativistas dos direitos dos animais e também o performático artista Mark McGowan. Revoltado com a crueldade com os animais por parte da família real, ele decidiu protestar cozinhando e comendo um cão da raça Welsh Corgi.

A raça de cão Welsh Corgi é a favorita da Rainha. McGowan, evidentemente, queria mostrar a realeza como se sentiu ao ver seu animal favorito sendo inutilmente caçado. Sem surpresa, o público acabou o ignorando por conta de dele ter comido um cachorro obviamente.

Problema: Os terroristas podem usar drones para atacar cidades

Solução: Fazer uma força-tarefa de águias para combatê-los no ar

Esta solução não é muito louca, pois é incrivelmente simples. Com a popularização e fácil aquisição, os drones se tornaram uma grande preocupação para alguns países. Não por possivelmente colidirem e acabarem derrubando aviões, mas porque terroristas podem começar a usá-los para lançar ataques remotos em grandes cidades.

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As polícias holandesa e inglesa têm uma solução que parece ser incrível. Eles querem treinar uma corporação de elite de águias para patrulhar os céus e derrubar drones não autorizados.

Mesmo sendo louco quanto parece, o plano ganhou alguma notoriedade. Cientistas holandeses provaram que uma águia pode facilmente destruir um drone sem ferir a si mesma. Como prova, eles já divulgaram um vídeo que é basicamente a coisa mais impressionante de assistir envolvendo uma águia.

Problema: Togo tem uma ditadura repressiva

Solução: Greve de sexo

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Togo é um pequeno país da África Ocidental, onde direitos humanos praticamente inexistem. Governado por pai e filho ditador por 48 anos, o compromisso do país com a democracia é nulo. Ao invés de começarem uma revolução, as mulheres togolesas decidiram que iriam parar de fazer sexo até que seus maridos agissem em conjunto para substituir o governo.

A greve de sexo para a substituição do presidente tentou tirar proveito sobre a natureza dos homens (já que praticamente não há acesso a pornografia) para efetuar uma mudança democrática. Isso também aconteceu na cidade colombiana Pereira: as mulheres organizaram uma greve de sexo em 2006, para diminuir os assassinatos em massa que aconteciam na região. A taxa de homicídios caiu em 26,5%.

Em Togo, os resultados podem não ser os mesmos que na cidade da Colômbia. O presidente ainda continua no poder após as eleições de 2015. Por outro lado, a União Europeia e a União Africana afirmam que a última eleição foi a mais aberta e transparente da história de Togo. O que não deixa de ser uma vitória.

fonte: toptenz



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