10 esportes fictícios que poderiam se tornar realidade

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A ficção já nos apresentou diversos esportes que cativaram muitas pessoas. Muitos deles são impossíveis de serem reproduzidos no mundo real, mas isso não nos impede de utilizar nossa imaginação e pensar como eles seriam populares, em especial entre os mais jovens.

Confira abaixo 10 esportes fictícios que poderiam se tornar realidade. E uma observação: você que é fã da saga Harry Potter, não fique nervoso, pois não incluímos o Quadribol na lista. O motivo é que ele já foi adaptado para o mundo real, é praticado em diversos países e já até possui uma associação para regulamentar sua prática.

1) Parrises Squares

esportesparrisessquares

O Parrises Squares é um jogo frequentemente citado em diversas séries de Star Trek. Sabemos que ele é um esporte jogado por duas equipes, com quatro jogadores cada. Sabemos que os atletas utilizam um uniforme cheio de proteções e que os jogadores precisam navegar em torno de uma rampa, que pode causar lesões. O problema é que até hoje nós não sabemos qual é o objetivo do jogo, como são as dimensões de seu campo ou quadra e como se marcam os pontos.

Então, o faz esse misterioso esporte estar na lista? Bem, sabemos que os jogadores podem se machucar feio, e muita gente gosta de ver isso. E parece realmente envolvente, já que ele é praticado em diversas galáxias. Sem falar que por conta de suas características, seus praticantes poderiam receber a alcunha de “Gladiadores do Século XXIV.”

2) Blernsball

A animação Futurama nos mostrou diversas vezes como nosso planeta pode estar daqui a mil anos. E a série nos apresentou o Blernsball, que é o que aconteceu com o beisebol quando os próprios americanos começaram a acha-lo muito chato.

O Blernsball possui muitas similaridades com o beisebol, como arremessadores arremessando a bola, e os rebatedores tentando rebatê-la. Mas existem algumas boas diferenças. Por exemplo, a bola fica presa a um cabo, que se for rompido e acertar um lugar em especial, o time que a rebateu vence o jogo automaticamente. Há algumas regras insanas, como o lançamento de diversas bolas no campo, caso uma em especial acerte determinado buraco no chão.

Isso sem falar que o Blernsball estimula seus jogadores a tomarem esteroides, uma coisa inimaginável atualmente. Isso é para garantir que os humanos joguem de igual para igual contra aliens e robôs, por exemplo.

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3) Rollerball

O filme Rollerball nos introduziu um jogo, no qual jogadores podem utilizar patins ou motos para andar em torno de uma pista. Os dois times precisam jogar uma esfera de metal em um pequeno gol magnético. Para atacar ou se defender, as duas equipes podem utilizar qualquer tipo de contato, que pode escalar para uma verdadeira violência.

A ação é rápida e furiosa, e combina velocidade e violência de contato de uma maneira que nenhum dos esportes reais já conseguiu chegar perto. E a adição de motos para ajudar na movimentação só adiciona mais dimensão para um jogo que já é emocionante. E os uniformes são bem legais.

4) Boxe de robôs

O subestimado filme de Hugh Jackman, Gigantes de Aço, nos introduziu o Boxe Mundial de Robôs. Como seu nome já implica, agora são os robôs que lutam boxe no lugar dos humanos. Existem duas versões do esporte: a oficial, que possui diversas regras; e a do submundo, onde vale tudo para vencer um duelo.

As pessoas adoram ver os robôs dos filmes de Michael Bay nos cinemas, então com certeza muitas pessoas pagariam pra ver isso com os próprios olhos. Além disso, o boxe de robôs não possui divisão por peso. Apesar de parecer injusto, também é uma forma de especialistas em robótica criarem robôs ainda maiores e melhores para lutarem uns contra os outros.

A única questão é que esses robôs precisam ganhar vida no mundo real. Não perca mais tempo, ciência.

5) Golfe eletromagnético

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De todos os esportes dessa lista, o golfe eletromagnético deve ser o mais subversivo deles. Ele é um esporte muito popular no famoso livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, no qual imãs levam as bolas de golfe até o buraco, o que o faz ser muito mais fácil que o esporte convencional. Para Huxley, o esporte é apresentado como outro exemplo do futuro distópico de sua história.

Olhando assim, ele não parece ser muito divertido para jogar ou assistir. Não seria a dificuldade do golfe convencional algo único do esporte? Mas se pensarmos bem, existe um enorme espaço para a criatividade nesse jogo. Golfistas poderiam dar tacadas impossíveis, e isso aceleraria o passo de um esporte conhecido por ser lento e arrastado.

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6) Calvinball

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Calvin e Hobbes não seriam nada sem a imaginação sem limites do garoto. E um dos produtos de sua imaginação é um jogo denominado Calvinball. Nesse esporte, os jogadores podem inventar regras, e a única restrição é que uma nova regra não pode ter sido utilizada em partidas passadas.

Sim, o Calvinball seria muito complicado para se transformar em um esporte real. Os fãs nunca irão saber o que esperar de um jogo para outro, e juízes teriam de estar muito familiarizados com cada partida do Calvinball que for jogada. Mas esse seria o segredo do potencial sucesso do esporte: os jogadores iriam levar sua imaginação até os últimos limites e testar suas habilidades físicas em uma variedade de exercícios. Isso sem contar que ninguém enjoaria do Calvinball, já que ele estaria em constante mudança.

7) Pyramid

Os fãs da série Battlestar Galactica já são familiares com o Pyramid. Para um show que explora a mistura de humanidades com o cibernético, não é surpreendente ver que o Pyramid é uma mescla de basquete, futebol americano e rugby, que se torna algo realmente único. Os participantes competem em quadra triangular (por isso que se chama Pyramid) e devem jogar uma bola entre um pequeno buraco. Uma equipe pode derrubar os jogadores da outra, e possui algumas variações. As equipes podem ser pequenas e grandes.

O Pyramid é deliberadamente estruturado como um jogo sem regras, que utiliza um sistema de honra ao invés da necessidade um árbitro. Mas, claro, isso também gera rivalidades, e alguns jogadores abrem mão desse código de honra. É um esporte rápido e capaz de cativar pessoas, principalmente para uma série no qual a raça humana está quase extinta.

8) Liga dos Mutantes de Futebol Americano

Quem tinha um Sega Mega Drive teve a oportunidade de jogar Mutant Football League, um game no qual mutantes e zumbis jogavam uma versão bem violenta do futebol americano. O próprio campo era recheado de armadilhas, e as equipes podiam utilizar melhorias tecnológicas, como armas de choque e propulsores a jato. Era possível até mesmo pagar um suborno para os juízes.

Seria bem complicado transformar esse esporte em algo real, mas o Futebol Americano de Mutantes é uma extensão lógica de um mundo no qual se discute o uso de anabolizantes/esteroides e cirurgias especiais para que certos atletas tenham vantagem sobre os demais. Sem falar que ele seria uma mistura de destruição com jogadas espetaculares, que ninguém jamais viu. Se entrarmos em uma distopia pós-apocalíptica, nada mais justo que um esporte pós-apocalíptico.

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9) Super Baseball 2020

Futurama não foi o único a criar uma nova versão do beisebol. Outra ideia surgiu no vídeo game Super Baseball 2020. Como o nome já deixa claro, ele é bem parecido com o beisebol, mas é jogado por uma combinação de humanos melhorados ciberneticamente e robôs. Além disso, existem modificações no campo, como por exemplo, um local de pulo, que permite um jogador realizar um enorme salto para pegar qualquer bola. Além de minas espalhadas pelo campo, então o jogador precisa olhar onde pisa.

É um jogo que permite realizar salto enormes e rebatidas poderosas. E os jogadores são recompensados se jogarem agressivamente e impiedosamente, algo que refutaria o criticismo de que o “beisebol é chato”. Sem falar que essa mistura de humanos melhorados e robôs é mais digno do que permitir o uso de anabolizantes. E o filme Gigantes de Aço mostrou que qualquer esporte fica legal quando é praticado por robôs.

10) As motos de luz de Tron

A série Tron já brincou com nossa imaginação diversas vezes. E se existe um item marcante na franquia são as suas motos de luz, que fazem parte de um jogo simples, mas perigoso.

Os personagens dirigem essas motos, que não possuem freios, e elas só conseguem virar em ângulos de 90 graus. Elas deixam como rastro uma sólida parede de luz, o que cria um jogo no qual um jogador deve forçar o outro nessas paredes para eliminá-lo.

Parece impossível recriar esse jogo no mundo real. Só que muitas pessoas já inventaram algumas adaptações simples e não letais, como pequenos postes e lâminas coloridas. Seria uma mistura de batidas de corridas automobilísticas, testes de reflexos e a habilidade de criar estratégias. E seria um esporte que, com certeza, chamaria a atenção das gerações mais jovens.

Fonte: Grunge

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